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Já respirou cliente hoje?
Conceito de "clientividade" traz público para centro das empresas, ajudando-as no mundo digital 06/07/2016 02:23
» Cesar Souza
Com certeza, para muitas empresas, nos dias de hoje, o maior desafio não é escolher a melhor tecnologia para se investir ou qual o caminho para ser mais moderna, mas como se comportar neste novo mundo digital e como se relacionar com os clientes. Analisando a atual situação do mercado, Cesar Souza, presidente do Grupo Empreenda, concorda que realmente existe uma maior dificuldade das organizações mais tradicionais em dançarem no mesmo ritmo dos clientes, que estão cada dia mais conectados. "A grande maioria não está preparada para novos modelos de negócios para a era digital", comenta. "Infelizmente, o foco está mais concentrado nas tecnologias em si e não nas potencialidades da criação de novos modelos de negócios que essas tecnologias possibilitam." Ele participará de um dos painéis do CIC Brasil 2016, dia 07 de julho, em São Paulo.

Enquanto isso, novos negócios, como as startups, surgem todos os dias e parecem lidar com essa questões com mais facilidade. Isso porque elas já nascem com a ciência de que precisam não só ter produtos inovadores, mas precisam de um comportamento no mesmo caminho. Pensando nisso, Souza escreveu o livro "Clientividade", que irá autografar no CIC. Segundo ele, o conceito é a "arte de falar a mesma língua do cliente". Ou seja, é a ideia de colocar o cliente no centro das decisões da empresa. "A chave é entendê-lo com profundidade para que se possa escolher a melhor tecnologia, a mais adequada e a melhor plataforma para potencializar a experiência do cliente".

Afinal, na visão dele, é o público quem decidem quais serão as empresas sobreviventes ou não. Por isso, é essencial entender com profundidade quem é essa base. Ou, como ele diz, é preciso "respirar cliente". "A consequência são resultados surpreendentes em termos de satisfação, fidelização, volume de vendas, rentabilidade etc.", afirma. Já aqueles que ainda assim insistirem em não se modernizar de acordo com os desejos e necessidades de seu target, mais cedo ou mais tarde, irão desaparecer. Até porque essas mudanças que o mercado sofre têm forte influência com a demanda das novas gerações. 

O que não quer dizer que será o fim das companhias fabricantes de produtos e que prestam serviços. Mas essas não sobreviverão sem os negócios criadores de tecnologias e integradores de redes. "São esses que viabilizam plataformas através das quais as empresas tradicionais disponibilizam seus produtos e através das quais os clientes compram e consomem produtos, serviços, ideias e até mesmo relacionamentos", conta Souza. O ideal é fazer uso de ferramentas que maximizem o uso dos produtos criados e criem maior facilidade, tanto aos clientes quanto aos colaboradores. "Não existe cliente encantado em empresas com pessoas infelizes. Também não existe pessoa feliz em empresa com cliente insatisfeito", aconselha. "Temos de mudar o mindset, o modelo mental, precisamos criar um novo DNA."

Serviço
Data: 07 de julho
Horário: das 8h30 às 22hs
Local: Blue Tree Morumbi - Av. Roque Petroni Jr., 1000 - São Paulo/SP
Informações e inscrições pelo telefone (11) 3393-3000, no site http://eventos.clientesa.com.br ou pelo e-mail conference@clientesa.com.br

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