Elas merecem
O reconhecimento às mães que lidam com o desafio de conciliar vida pessoal e profissional 11/05/2018 12:02
» Renata e Maria Cecilia
Com o quadro de colaboradores das empresas de call center tendo na sua maioria mulheres, não é surpresa nenhuma o setor também ser um dos principais empregadores de mães. Por isso, muitas empresas investem em ações especificas para esse público. A CSU é um exemplo com o programa Gestação Saudável, que busca promover o bem-estar das gestantes, informando às futuras mães os cuidados a serem tomados, desde o pré-natal e nascimento do bebê, até a adaptação nos primeiros dias de vida e amamentação de forma saudável. "Este programa proporciona satisfação das colaboradoras no ambiente de trabalho, aumento na retenção de talentos, além de contribuir para melhoria na performance das colaboradoras gestantes", conta Renata Oliva Battiferro, diretora de relações com investidores e marketing institucional da CSU e mãe de dois filhos.

Além disso, a empresa irá promover duas ações para comemorar o Dia das Mães. A primeira será a realização de um Bazar para proporcionar aos colaboradores a facilidade na compra dos presentes das mães. "Teremos dentro da CSU fornecedores com preços atrativos, ajudando o colaborador a não precisar se deslocar após o trabalho para a compra de presentes, otimizando seu tempo e rotina." A segunda será um almoço temático em homenagem às mães, com um cardápio especial mexicano, proporcionando um dia diferente e descontraído.

Todas essas ações tem um motivo: reconhecer essas mulheres, que lidam diariamente com o desafio de serem mães e terem um trabalho. Como no caso de Maria Cecilia Aparecida de Paula, mãe de Isabela (14 anos) e Samuel (4). "É uma jornada dupla e não é fácil. Para mim todo dia é um desafio." Tanto que, depois de onze anos dando aula como professora, ela decidiu trocar de profissão. "Optei pelo call center para conseguir ficar mais tempo com os meus filhos. O meu pequeno estava exigindo muito minha presença", explica a atendente da CSU, revelando também que a incentivadora maior para mudar de profissão foi sua mãe. "Ela sempre me falou para participar mais da vida dos meus filhos. Em sala de aula, sempre dei muito amor e atenção para os filhos dos outros, mas os meus estavam sentindo a minha falta", conta, emocionada.

Nesse sentido, Renata explica que, devido a carga horária, somente meio período de trabalho, as colaboradoras que optam por trabalhar em um contact center conseguem ter mais tempo para ficar e se dedicar aos filhos. Além disso, no caso da CSU, a empresa fornece todo apoio necessário, "pois sabemos das dificuldades de conciliar vida pessoal e profissional principalmente quando se tem filhos". Tanto que, o filho de Maria Cecilia ficou doente no começo do ano e ela conseguiu o apoio da equipe para colocar as horas em dia. "Todos se preocuparam com o meu bem-estar e com o meu filho. O modo que fui recepcionada não tem preço. A força que a minha coordenadora me deu, não tem preço."

Com isso, ela não se arrepende nem um pouco da mudança de profissão. A cada dia que recebe uma nota boa de qualidade dentro da empresa, cada atendimento que é elogiada, ela se enche de orgulho. "Nunca achei que conseguiria mudar de área depois tanto tempo. Aqui, eu sou um pouco mãezona de todos. Tento ser um pouco participativa e dar apoio para cada um. Cada abraço, cada beijo que recebo faz com que eu ´ganhe o meu dia´", afirma. Nesse sentido, a diretora de relações com investidores e marketing institucional destaca que, mesmo sabendo da grande responsabilidade que a vida exige, com uma dupla jornada, tendo que ser mãe e funcionária, ver o empenho e dedicação de todas as colaboradoras com as atividades é algo honroso. "Não é fácil, é preciso ter garra, determinação, força, mas também muito amor. Para nós, é muito gratificante presenciar isso na companhia."

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