CSU lucra R$ 9,1 mi no 2º trimestre
Divisão de atendimento fechou contrato com com Atlas Schindler, EF English Live e Hyundai no período 11/08/2017 03:49
» Ricardo Ribeiro Leite
A CSU anunciou lucro líquido de R$ 9,1 milhões no segundo trimestre de 2017, valor que supera em 9,2% os três meses anteriores e em 8,2% o resultado apresentado no mesmo período de 2016. No acumulado do semestre, o lucro líquido alcançou R$ 17,4 milhões, com 5,4% de crescimento em doze meses. A receita bruta da companhia também evoluiu de abril a junho deste ano, 1,0% sobre o mesmo período do ano anterior e 2,3% em relação ao 1T17, chegando a R$ 134,0 milhões. A receita líquida foi de R$ 121,0 milhões no 2T17, também representando aumento de 1,0% na comparação anual e de 2,1% trimestre contra trimestre.

De acordo com o CFO da CSU, Ricardo Ribeiro Leite, a Companhia tem conseguido manter sua lucratividade, apesar do cenário econômico desfavorável, apresentando evolução positiva de seus principais indicadores financeiros. "Focamos nosso trabalho no desenvolvimento de cada uma das unidades de negócios. As evoluções operacionais dessas divisões, o estrito controle de custos e despesas e as menores despesas financeiras ocasionadas pela redução da taxa básica de juros nos permitiram a expansão do lucro líquido, mesmo diante dos desafios macroeconômicos do país", explica.
 
No período, a CSU.Contact conquistou três novos contratos: Atlas Schindler, EF English Live e Hyundai. Mesmo com a ampliação da carteira, a unidade apresentou redução de 4,3% no número de PAs frente ao trimestre anterior, encerrando o período com 2.109 PA´s. A queda é explicada pela sazonalidade de algumas operações, além da diminuição do número de ligações devido à retração macroeconômica dos últimos meses.

INVESTIMENTOS
Para garantir o desenvolvimento das operações, a CSU realizou, no segundo trimestre, investimentos de R$ 10,1 milhões, volume 3,2% maior que nos três meses anteriores. O valor acumulado no semestre chegou a R$ 19,9 milhões, destinados, principalmente à customização e desenvolvimento de softwares para o processamento de cartões, atualização do mainframe, implantação de novos clientes e manutenção de infraestrutura.

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