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Igualdade de gêneros avança
Pesquisa indica que homens e mulheres reconhecem competências e diferenças uns dos outros 02/02/2017 07:01
O site de relacionamento ParPerfeito realizou pesquisa com 1.500 entrevistados para entender alguns fatores envolvidos na questão da igualdade dos sexos. Para fomentar a discussão sobre a relação de homens e mulheres no âmbito profissional, o estudo buscou entender o que eles acham se ela ganhar mais do que ele e o que eles acham se a situação for ao contrário. A maioria das mulheres acha isso ótimo, pois isso mostra que ele é bem-sucedido. Porém, em algumas faixas etárias (entre 21 e 29 anos e entre 40 e 49 anos) elas tendem a achar isso injusto, pois acham que a capacidade delas é maior do que a deles. E o que eles acham disso? Para eles é ótimo e não têm recalque nenhum. Em todas as faixas etárias, os homens entrevistados afirmaram que essa situação demonstra que ela é bem-sucedida.

O site também quis saber "o que mais irrita em um homem no ambiente de trabalho?". A resposta da maioria das mulheres foi: quando ele menospreza a sua capacidade pelo fato de ser mulher. Porém, as mulheres entre 18 e 29 anos acham que o pior é quando ele dá em cima de todas as mulheres da empresa porque se acha o "garanhão". E eles? O que mais irritam em uma mulher no ambiente de trabalho? Eles ficaram divididos e as faixas etárias entre 18 e 20 anos, 40 e 49 anos, 50 e 59 anos, e 60 e 69 anos, odeiam quando elas usam do seu poder de sedução para conseguir o que querem. Já os homens entre 21 e 29 anos, 30 e 39 anos, e acima dos 70 anos, se irritam quando elas se fazem de vítima por serem mulheres.

Por fim, a pesquisa buscou entender se eles e elas estão alinhados no que diz respeito ao que buscam para suas vidas. A resposta revela que sim: ambos, de todas as faixas etárias, buscam, principalmente, qualidade de vida. Para ambos, dinheiro e poder ficam em segundo plano. "Cada dia mais há a compreensão na convivência no âmbito profissional entre homens e mulheres. Ambos os sexos reconhecem que agem diferente e que as competências e as atitudes não são coisas que estão relacionadas ao sexo, mas sim como cada um pensa", analisa Clarissa Assumpção, diretora de marketing do Match Group LatAm, empresa detentora da marca ParPerfeito.

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