Vai mudar de emprego?
Pesquisa da Randstad aponta que só 4% dos brasileiros ouvidos estão buscando nova vaga 30/09/2016 12:08
Apenas 4% dos brasileiros ouvidos pela Randstad, fornecedora global de soluções em Recursos Humanos, estão ativamente buscando uma nova vaga de emprego. O resultado faz parte de um estudo feito com um público composto por ao menos 400 profissionais empregados, com idade entre 18 e 65 anos, em 34 países. A pesquisa revela que o percentual de profissionais que estão ativamente procurando uma oportunidade no mundo é relativamente baixo. Por um lado, estão China, Portugal, Holanda, Hong Kong, República Tcheca e Luxemburgo, onde apenas 2% respondeu que, sim, estão agindo para mudar de emprego. Já no topo da lista está a Índia, com 19%. Para efeito de comparação, nos Estados Unidos, o número foi de 6% e, na Argentina, 7%.

No mesmo levantamento também foi retratado que há pessoas que estão fazendo apenas buscas específicas, de acordo com o perfil, como acontece com 15% dos brasileiros, 13% dos chineses e 12% dos poloneses. Nesses três casos, que são os números mais altos neste quesito, percebe-se que há uma inclinação clara desses profissionais por focar mais suas buscas e não simplesmente partir para uma troca de empregador.

Entre os participantes que afirmaram que estão sondando o mercado, estão 13% dos brasileiros, 24% dos australianos e 23% dos norte-americanos. Já o índice de participantes que disseram que, embora não estejam procurando uma nova vaga, se surgisse uma oportunidade, estariam abertos para ouvi-la, é um pouco mais alto que o anterior. Por exemplo, em Hong Kong e Malásia chega a 45% e, no Brasil, 29%.

Foi identificado, no entanto, o grupo de profissionais que definitivamente não está tomando ações para encontrar outro trabalho. Os percentuais mais altos encontrados estão em Luxemburgo (64%), Áustria (58%), Japão (55%) e Bélgica (54%). Percebe-se que em nações, como Malásia (19%) e Índia (23%), está a menor concentração de pessoas que não está tentando obter uma ocupação diferente. Entre os brasileiros ouvidos, 39% estão se mantendo conservadores neste momento e preferem não desbravar o mercado de trabalho.

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